sábado, 26 de fevereiro de 2011

Deserto, Esfinge e um amor.

Os teus olhos me seduziram...
Caminhei por sua voz e tomei com tanta sede em que estava as tuas palavras
Mergulhei no lago em teus olhos e me afoguei muitas vezes
achando que poderia ti conhecer.
Agora vago em meus pensamentos tentando compreende lo,
tentando entender cada gesto seu
Tentando não me aproximar mais do que o seu ar imperativo me estabelece
Ou seja não tento conhecê lo, você me transparece o desconhecido, o tentador,
Esfinge que me engole se errar a resposta.
Mas sou curiosa, meu corpo ti pede.
Não há como não olhar e ti imaginar comigo
É um querer assim atrevido e ao mesmo singelo e quieto
De um todo amo mais a simplicidade e humildade com que age
E o seu rosto (aaa...), amo cada detalhe, cada cicatriz, cada expressividade.
A primeira vista eu ti olhei por segundos que pareceu minutos,
o toque das suas mãos nas minhas é algo que guardo até hoje.
Que sentimento é esse correndo nas veias?
Que chama me percorre o corpo, invade minha alma até aos sonhos?
Que lágrima esta? Não lhe sei o nome, mas queima a minha pele!!!
Será apenas uma lágrima,
para a minha alma ver o arco íris depois da tempestade ao qual nos derrubou
Por muitas noites não durmo,
me incomoda o fato de você mexer comigo profundamente.
Por isso afasto me
Não espero você me procurar. Peço em troca que sinta o mesmo um dia talvez
Não é preciso mais, saber é o bastante.
Certa de que irá compreender me, escrevo ti com um só intuito, esclarecer
Quero apenas esclarecer que amo ti e não sei se isso um dia poderá ser correspondido.
Deixo esse segredo com você pois você é a chave, o principal disso tudo.


PS.: Aqui encontra se algo que escrevi com um certo sentimento guardado, peço que não recuse, esqueça ou ria. Tudo é sério.
E o mais importante, este é o nosso segredo, portanto guarde o somente com você.