Muitas vezes nos deparamos com nós mesmos, seja em palavras a muito escritas, espelho ou testemunhas de nosso fracasso. Vemos os erros e as besteiras que nós mesmos fizemos, nos envergonhamos.
Muitas vezes acordei e subitamente vi a falta de inspiração me olhando, sem a menor consciência de estar me incomodando.
Senti vontade de gritar, escrever por extinto e deixar a fúria tomar conta. Deixei!
Passeei por estradas mortas e cheia de frio visivelmente ou a olho nu (como queira entender). Perdi meu amado ou ele me perdeu (ele me perdeu), sem a menor dúvida minhas mãos tiraram férias. Só o que consegui escrever durante todo esse tempo em que estive ausente, (ainda) é uma carta à maior das minhas inspirações, que é mais um pedido de socorro ou perdão por minha falta de visão e realismo.
Leitores, homens, mulheres, moças, rapazes, personalidades diferentes.... Eu humildemente peço as mais sinceras e verdadeiras desculpas, pela minha falta para com vocês... Simplesmente deixei a paz entrar em mim e dei me conta que a guerra acabou. Não quero que entendam essas palavras sem sentido e escrita em falhas, mas que sintam simplesmente, como "viver simplesmente", eu sou alguém, uma moça preza nos costumes antigos mas que não deixa de viver o agora. Acreditei que podia ser eu mesma, mas... Nem eu mesma sei quem sou, estou perdida num lago de opiniões e críticas alheias sobre o que eu sou, mas... O que eu sou? O que você é? O que somos afinal?
Leitores não se percam da ideia principal: "minhas sinceras desculpas à todos que lêem as minhas obras". Eu os amo muito!!! Agradeço pela atenção que prestam a mim e minhas palavras.
Estou atravessando uma nova fase e nela quero estar aqui, de rosto limpo e sem medo, quero dar o melhor de mim a todos vocês!!!
E...Estou tendo problemas para postar, por favor peço que me aguardem e retribuindo a um pedido "Não, ele não morrerá, jamais. Mas adormecerá por momentos imprvisíveis.
Com muito carinho e dedicação da autora.
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