segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O Soldado III

As palavras vão escorrendo pelo corpo, a última sílaba pinga pelos dedos
Eu vejo derramado pelo chão o seu nome
As correntezas nos trouxeram frente a frente e eu não sei dizer 'não'
Eu quero sentir a dor da saudade, do amor e dos ciúmes, das coisas que não sei explicar...
Eu te quero branco como a neve e azul como o mar, leve como a brisa. Tocando minha pele...
Eu amo ti, entenda. As cavalgadas, o relógio e a rosa marcam a chegada e a partida. Aguarde.
Aqui eu trago no peito um semblante com a letra 'L', não há como negar. Esta marcado.
O último texto esta escrito em meu corpo, ele se desmancha com o toque da sua água e mancha a pela com a sua brisa.

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