As ilusões se tornam mais frequentes, que cada instante vivido.
Sabendo das coisas, sabendo do Sol que brilha lá fora tudo que quero nesse momento é ficar em silêncio,
é escutar a água escorrendo numa caverna interna em mim mesma, é olhar esse breu que se encontra dentro do peito.
Querendo lhe dizer, lhe pedir para que das coisas as quais abdiquei o mesmo, o faça. Mas como pedir, como explicar minha alma aqui aflita pela perda ainda não perdida. Os segredos que ainda cercam nossa vida, coisas pequenas que fazem perder o brilho nos olhos.
Como me sentir bem com toda essa distância mesmo lado a lado, assim as coisas perdem a magia.
Por quê estou assim?
Parece que perdi uma vida inteira, parece que ficou em algum lugar lá atrás algo tão precioso que me resguardava de tal maneira que eu mesma me amava por inteira nos mínimos detalhes e nos pequenos e singelos toques.
É algo que vem e vai, são pensamentos, são lembranças desagradáveis que parecem tormentas com raios e trovões e logo após uma calmaria ensolarada e de leve brisa, é assim que estou por dentro.
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