Senhora do tempo e da morte
Mas não do amor
Dona do mundo esquecido
Viajo sempre em mim
Em meus olhos.
Olhe em meus olhos
Ninguém consegue, sempre há medo.
Qual é meu nome?
Por que eu não sei.
Senhora do tempo e da morte
Mas não da vida
Dona do mundo adormecido
De olhos fechados porque não enxergo.
Não ver o que ocorreu é meu lema, foi eu quem provoquei...
Apareço sempre quando há conflito
Entro em ação quando há morte.
Qual é meu nome?
Por que eu não sei.
Os homens me chamam de bravura
De ignorância de covardia...
Mas o que mais se adequa a mim...?
É... Meu nome?
Prazer meu nome é Guerra...
E ainda me culpam quando alguns morrem
Mas foram eles quem me criou
E são exatamente eles quem entram em ação, quem faz jus a meu nome...
Eu sou apenas
Guerra.
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