domingo, 30 de novembro de 2008
Lisboa - Portugal, 01 de Março de 1459
Pai, sinto muitas saudades do sr. e de minha irmã Jan. Sei que estara a ler esta carta muito depois desta data. Poi bem, já embarquei e segui minha primeira viagem no dia 19 de Fevereiro, sei o que está a pensar: "saiu de casa em Janeiro, porquê a demora? ". Os portugueses ainda estavam me regularizando dentro de portugal devidos aos varios conhecimentos que obtive em meus estudos (obrigada pai), dam muito valor para espanhóis principalmente com muitos conhecimentos. Eu espanhol (espanhola), sabendo desenhar muito bem em todo o território de portugal, é tudo que eles mais precisavam para serem os primeiros a relatar detalhadamente cada descoberta. É pai... Ter que me disfarçar como homem não está sendo fácil, mas é meu sonho e vale o sacrifício.
Muito bem pai, o senhor me pediu descrições já que é seu sono navegar em grandes veleiros. Para começar, pela manhã corda - se
sábado, 29 de novembro de 2008
Caixinha da Pequena Bailarina
Razão simples de me fazer bem, apareça.
Desapareça dor de amor, saudade ou solidão
Hoje eu quero é ser feliz, me deixem ser feliz.
Os pequenos passos da bailarina
Formam a infinita dança do compasso rítmico.
Ela dança com tamanha emoção e sentimento
Envolvendo cada olhar num profundo transe – os viajantes dos olhos convidativos –,
Na desenvoltura dos passos e balançar do corpo.
O vento encontra – se com o perfume das flores,
que brocham e desabrocham nos dias ensolarados.
Envolva vento os meus cabelos negros
Sussurre em meu ouvido os segredos do mundo
Dance vento comigo no passo do compasso dessa valsa.
Que valsa nostálgica, envolvente e enigmática
Vinda da caixinha da pequena bailarina
Dance... Dance... Desenvoltura alegre e perfeita.
Leve – me, me leve a voar e naquele pavilhão chegar
Leve. Que a pequena bailarina quer dançar
Leve – a àquele pavilhão cheio de janelas
Chão de madeira, pilares quadrados, luz natural.
Já faz tempo que aqui não venho,
foi uma única vez, a primeira vez e não estava só.
Visito esse lugar sempre só,
sempre buscando companhia.
[O Poeta e a Bailarina dançam ao som de Dancer vinda da caixinha [imaginação]].
Dance... Dance... No passo do compasso
Não pare, busque. “Seja feliz”. Dance...
Envolva vento, os cabelos negros da pequena bailarina.
Razão simples de me fazer bem, apareça...
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
E os olhos se abriram diante da verdade
Deu – se conta que estava incompleta
Os dias, semanas e meses de tormentos já haviam passado
Sua alma conhecera parte de um mundo que agora é bem vivido e revivido
O “adeus” era preciso:
Para aprender a viver;
Para descobrir novos horizontes;
Para amadurecer os pensamentos;
Para sentir saudade;
Para sentir o maior amor possível;
Para aprender a dar valor.
Então descobriu que seu coração estava dividido
Ficava confusa diante de tanta bondade e beleza e de uma mudança radical que muito antes de conhecer àquela bondade, esperava ansiosamente e sofredoramente.
Sentiu seu peito apertar quando viu a bondade e beleza por ela passar sem olhar.
Sentiu uma enorme felicidade ao ver a mudança radical em sua porta bater.
O que ambas as pessoas, uma com tanta bondade e beleza e outra com uma mudança radical, tinham em comum?
Ambas tinham o amor da mesma mulher.
Que saudade....
Saudade daquela velha estradaSeguia sempre verde, cheia de beleza.
O tic - tac imaginário ao olhar o relógio
Traz à tona tudo que um dia foi perda de tempo
Os ponteiros se movem lentamente até parar
Só em imaginação, podendo voltar o tempo.
Lembro-me quando criança nas chuvas de gelo,
estendendia as mãos para que uma de tantas caísse pra mim.
Nenhuma, então voltava triste e me deitava na cama,
para ouvir o barulho até adormecer.
Guardei rosas por entre os livros que mais gostava, quando criança.
E agora quando moça os folheio e as encontro secas
Será que assim estou?
Não sei. Tudo o que sei é que a vida é rápida demais, vive – lá é prioridade.
Eu vejo beleza em tudo que é bizarro e estranho aos normais.
Gosto de tudo que é simples, tudo que é aconchegante à mente e ao coração.
Nada mais me atrai a não ser a beleza da inteligência e criatividade.
Dou mais valor a uma flor que pode secar com o tempo
Ao invés de uma jóia que pode despertar cobiça alheia.
Prefiro o silêncio de uma dúvida ao silêncio de um rancor.
Prefiro dar as costas à raiva e me sentar durante as noites do lado de fora
Sentir o prazer de poder sentir, qualquer coisa, o vento que corta meu rosto
E sussurra ao ouvido, a chegada do frio, das coisas que viram junto, a beleza.
Fechar meus olhos calmamente e adormecer ali mesmo
Acordar com o som da natureza em seu constante trabalho, um belo amanhecer
Como se viesse ao mundo naquele momento, sem dúvidas, com conhemento.
Ver que “a vida só faz sentido quando lembramos de vive – lá”, contudo.
Ver que “o amor move montanhas”, mas é preciso nos mover primeiro.
Melhor que comer chocolate e saborear lentamente
É observar uma legião de seres humanos com um único objetivo tolo, consumir.
Observar a quebra; a queda; a falta. E dar gargalhadas das abstinências.
Ver todo um pânico de uma sociedade fora de controle, sem seus vícios.
O mundo se esqueceu de uma vida simples como comer um doce caseiro.
De como se deitar em uma grama ao invés de um divan.
Já dizia meu velho pai “esteja na sociedade, mas não faça parte dela”.
Eu estou em um mundo paralelo à esse em que costumamos dizer que vivemo[s]ofrendo].
No meu mundo eu posso tudo, só não posso nada
Posso gritar, viajar, posso mudar, posso amar que as coisas continuaram a meu favor
Imagino, faço, realizo “nele tudo posso” quando quero a paz e o amor
O amor... Ah... O amor... Que trasborda em mim como se fosse o último dos sentimentos ainda vivo, escorre pelas as minhas mãos e sai à procura daquele que tanto quero ao meu lado. Vai... Segui em frente, bata a porta, quem sabe ele o atende. Porta fria, de gelo antigo que predomina por todo o interior, “quer ser meu pingüim?”. Sim! Eu quero!
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Doce ilusão
Estou te olhando, está sem qualquer tipo de expressão
Não sei se pergunto, se falo algo, se silencio...
Melhor viajar no silencio dos teus olhos.
Mergulhar nesse azul e ir até as profundezas,
descobrir todos os segredos e ser mais um.
Minha ilusão mais realista, saia daí de dentro e venha até aqui.
Me abrace forte e diga que foi só um pesadelo, me acalme com sua calma.
Diz que eu sou aquela quem espera, que cheguei a tempo, que minha presença te deixa muito mais feliz. Ilusão minha imaginar.
Ouço o último soar do tambor, vejo o Sol nascer e desaparecer com todas as estrelas que eu tentava contar, pra passar o tempo que me consome a paciência.
Asas imaginarias, virem realidade. Sou um anjo da noite, quero voar antes que amanheça.
Cantem pra mim. Cindy, Scorpions, Anathema, Bruce Dickinson, A -Ha, Caetano, Chico, Vanessa, Elis, Tom... Façam essa noite ser mágica, façam meus ouvidos sentirem a brisa do som que exala de vossas vozes.
Flor que dorme, desabroche pra mim. Lua que hoje está de folga, apareça... Quero a nuvem mais macia pra me deitar e a coberta mais estrelada pra me cobrir... Lancem estrelas cadentes para meus olhos contemplarem a beleza da luz.
Quero esquecer que tenho amor por alguém, quero ser neutra pelo menos uma vez, sentir que não sinto nada a não ser a beleza de uma vida inconsciente.
Minha doce ilusão me deixa mais uma noite, sem saber como continuar eu continuo. Estendo um cobertor na grama e ali durmo sem medo, nas noites mais solitárias. Sinto saudades mas é solidão que chega de novo, estou ciente disso, agora estou fora de casa, estou olhando o sono profundo do mundo. Que doce sono, que frágil e fácil de destruir, enquanto o mundo dorme, sorte que a sorte nos visita sempre e a grande proteção vinda do maior está à prontidão.
observo a escuridão e na escuridão alguma esperança vinda de dentro de mim. O que eu quero realmente? Quero você? Quero tua atenção? Quero seu amor? Quero sua admiração? Não sei mais o que quero, se tornou muito grande pra minha imaginação tão frágil. É tudo mais grande agora, tudo mais além, mais intenso. Cada vez mais intenso, cada vez mais forte, que toma conta de mim por inteira.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
3º Texto
Acordo, e não há um dia que não me lembre de seu nome, e em seguida tudo o que houve.
Sou tão feliz, mesmo com tantas coisas que me deixam decepcionada. Porém sei que felicidade completa vai ser ao ti encontrar mesmo que por alguns minutos.
Não é difícil encontrar alguém pra viver mas alguém pra morrer, junto.
É fácil dobrar a rua e me sentir desejada, mas admirada e cultuada jamais. O esforço de conhecer mais a fundo é pequeno diante da comodidade de tantas outras que preferem se entregar facilmente.
Os olhos que me seguem, não são olhos bons e desejáveis a uma mulher, mas a uma prostituta. Me apago a cada momento que me deparo com isso, estou perdendo as cores, vivas um dia como as de um pássaro.
Cada beleza que observo não são as feitas pelo homem, mas pela natureza. E me prendo a cada detalhe, até mesmo o abrir e fechar das asas de uma borboleta, o enrolado de um gatinho em seu sono por entre as patas ou a harmonia de cada instrumento em uma música, formando cada qual uma pequena melodia que faz uma sinfonia. Os detalhes me lembram você, por cada detalhe que passei horas olhando em sua imagem.
Pensar que ouvir uma palavra sua em poucos minutos eram longas horas de felicidade para mim, imaginando o que seria então palavras com grande afeto, que sentimento eu teria?
As vezes sento ao lado de fora de casa e fico olhando o Sol se por, e quando volto da escola antes de entrar, deito na grama, até mesmo quando molhada e fico a olhar o céu. Parece pra mim, esse ser o momento em que ti encontro e ti abraço.
Se canto ou danço, imagino a minha plateia só com você.
Se me solto e caio na água, mergulho pra entrar em seus pensamentos quiçá o coração.
É uma tempestade que se forma dentro de mim ao mesmo tempo que uma calmaria acontece, sem hora pra terminar. É uma ventania que me arrasta os pensamentos e idéias deixando uma bagunça e confusão.
Vento que ventou, chuva que molhou, Sol que secou. Tragam de volta o tempo que no infinito do espaço viajou e não me levou.
Segue no céu claro e cheio de cores quentes, o pássaro batendo as asas que parecem arrastar a noite estrelada, deixe me fazer parte desse voo. Aqui dentro é só solidão preciso de uma nova missão.
Se digo adeus não é pra ir mas pra insistir, e se faço trovões é porque quero nuvens brancas a pairar em contraste com o céu e o Sol mais belos que já houvera antes.
Me dê sua mão e ti mostro coragem ao invés de medo, ti mostro que não mudo pra pior e nem sei morrer.
Aqui dentro de mim é noite sombria com lua cheia, arco - íris depois de chuva forte, deserto escaldante, mar imenso, cachoeira de grande abismo, gelo e chuva de neve, lago límpido e claro como os teus olhos.
Dócil e calma, não sei ser grosseria e nem guardar rancor. Se tens a mim, faz o que bem queres, terás sempre um belo sorriso e braços abertos, postos e dispostos a qualquer momento, mesmo sendo para receber apunhaladas, ingratidão ou traição, eu ainda dou o direito de escolha, desde que seja sincero e verdadeiro.
Meu andar é minha mente sobre meu corpo, se estou parada é meu corpo sobre minha mente e se durmo é pra tentar encontrar as razões que me fazem estar aqui. Quando não as quero encontrar simplesmente faço como agora, as descrevo.
Gosto de capturar assuntos no ar, se é a mim que se referem, gosto de jogar até chegar em sarcasmos e ironias, dar surras sem mover um dedo. Sentar e sentir que estou dentro de um vidro e que faço questão de estar dentro dele.
Se erro qualquer coisa, é por euforia ou muito o que falar que as palavras saem embaraçadas e as mãos ansiosas para escrever, deslizam . Sou perfeccionista demais, cada detalhe conta, se não tudo se torna lixo. Todos que estão comigo, ao meu lado tem que ser ou dar o melhor de si mesmos, afinal o mundo exige isso de todos. Mas o meu perfeccionismo me atrapalha nas minhas amizades, seleciono, escolho, descarto e e acabo ferindo. Prefiro me fechar no meu mundinho e na "redoma de vidro" como meu próprio pai cita em suas horas de fúria.
O que eu sou? Uma garota que escolheu seu caminho depois de muitos desafios, decisões e sacrifícios. Só quero um pessoa agora, o que eu digo a ela é sentimento que jamais disse a alguém, mesmo que este tenha sido uma das duas paixões da minha vida. Só essa pessoa ouviu e ainda ouve, eu sei que de fato nunca irá compreender. Tudo bem... A vida também é incompreensível e ainda sim vivemos com ela mesmo sem compreendê - la.
O que eu sinto agora é vontade de chorar como criança, cair no chão e lá ficar por horas sem saber se um dia vou ti ter e levantar com vontade de cair novamente. Cair... Quantas vezes eu já não cai e levantei? Dava gargalhadas até chorar, grudava nos outros e cantava, atormentava e era feliz fazendo os outros rir de mim. No que me transformei? Estou mais séria do que nunca, "se os outros ti conhecesse como você realmente é, ti amariam profundamente" dizia minha irmã, e agora? Eu não perdi nada, mas existe só uma pessoa que me faz libertar dessa "redoma de vidro", e eu sei, vou ficar presa aqui por muito tempo, pode ser pra sempre ou até o dia em que ele perca o medo.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
2º Texto
Como sempre, confundi tudo, ai que dor... É... Não há o que descreva isso. De novo...
Estender a mão pensando em um toque, esperança.
Olhos atentos e brilhantes, surpresa boa.
Sorriso o dia todo, felicidade que está por vir.
Ânsia de encontrar logo, impaciência.
Contemplar cada gesto, cada direção que os olhos tomam, cada expressão e inexpressão, amor.
Sinto que eu estou ficando péssima em palavras, em como transpor o meu eu, mas... Eu não tenho que dizer nada, quem quiser entender que entenda ou não entenda. Eu não tento mais entender, achar algo que me rotule, me diga o que eu sou. Prefiro não saber como eu sou, surpresa é um tempero indispensável, a chama que arde dentro de mim está se apagando. Não sei mais. O que eu sei agora é que o passado me condenou muito, e agora tento seguir a diante, mas ele me persegue, oras é passado. Droga! Fique para trás, me deixe!
Eu tento, juro que tento, não pensar, não falar nesse nome Mosiah... Não escondo, estas vendo? É incrível como os pensamentos vem à tona derepente, estava mantendo distância, para não acontecer isso.
Em meio a tantas que estão tentando uma chance, eu sou aquela que dá as costas e segui com esperanças, é amarga a lágrima derrubada sobre os lábios já cansados de pedir algo diferente na vida.É amarga mesmo. Se vou morrer? Um dia quando estiver bem velha talvez ou hoje, agora, amanhã, daqui dois dias, daqui um segundo... Desejo sempre estar viva para sonhar e realizar o desejo de estar com você. É um desabafo? Não. É a minha realidade todos os dias, carregar essa chave pra não me esquecer de guardar o que sinto e para deixar ser tola.
Eu não sou louca para ter atenção especial, firmo meus dois pés no chão e dele não tiro mais, sou assim... Previsível demais talvez ou imprevisível, posso estar aqui agora e se houver como, estarei daqui três horas e meia aí com você.
Lua que me faz companhia agora brilha lá fora solitária no céu, nuvens passam por ela e ela ali parada, daqui duas horas mais vinte e cinco minutos o Sol aparece e brilha contudo, e a Lua... Se vai. É assim que me vejo.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
1º Texto
Passo o tempo tentando esquecer, volto ao ponto de encontro para ver se encontro o motivo de tudo que sinto, mas é busca perdida. Eu fui a experiência mais assustadora e infantil que houve nisso tudo, é como dizer que foi um desastre em uma experiência tão desejada.
Leituras simultaneamente fazem de mim um elemento neutro entre muitos, mas que se destaca dentre poucos. É... Eu estou chegando ao fim do enorme começo, e achava que era inútil continuar tentando, perdi as esperanças? Não... Só estava tentando esconder meu sublime sentimento.
Viajei em tão curtos espaços de tempo em textos, poemas, músicas, vídeos, bíblias... "Que é pra ver se você olha pra mim..."
Vejo enigmas, códigos, pistas que talvez pudessem me levar até você, vejo palavras, sentimentos expressões que poderiam ser pra mim, mas... Será que sou tão notável assim? Cada palavra se encaixa perfeitamente, cada verso , linha , frase... São todos perfeitos, que citar ao menos algo referente a mim, seria derramar água salgada sobre o lindo papel de lindas palavras e manchar até desaparecer tudo. Parece que meu mundo nem se compara ao seu, é muito pra mim... Mas... Muito seria pouco ao que sinto e que me proponho a dar com amor. É complexo demais pra mim, e eu fácil demais de se compreender. Bem, os opostos se atraem certo? Por que não nós?
Descobri tanto sobre... Que descobri a mim também e descobri que descobri, que continuo com meu sentimento sublime e que tento o manter guardado, é ética, não posso distorcer o que está seguindo seu perfeito caminho, seria uma pedra atrapalhando, tomando tempo. Me retiro simplesmente, e espero que tudo ocorra como devera ser.
Mas espere! Eis que agora vejo algo, uma luz que me chama ao longe, tenho que ir, não posso perder. Esqueçam tudo, tudo que disse! Quero ir, correndo, dar um forte abraço...
Eis que escuto seus gritos com tamanha euforia, ter ti comigo é... Pois sinto me mais feliz com o que me diz agora, é esperançoso, é as sem - razões do amor que brocham e desabrocham em mim, em meu ser tão ansioso.
O quanto desejei esse momento é inimaginável ou impensável. É dar um presente a uma criança tão inocente e pequenina, que mal sabe o que fazer primeiro com o tão precioso..."Do escuro eu via o infinito sem presento, passado ou futuro. Senti um abraço forte já não era medo, era uma coisa sua que ficou em mim que não tem fim... Pela beleza do que aconteceu a minutos atrás."
Me chame, me leve, me diga que escutarei apreensiva mente, com fome de ouvir cada vez mais, de sentir cada vez mais de enxergar cada vez mais...
Adriana Calcanhoto - Nada ficou no lugar.
"Do escuro eu via o infinito sem presento, passado ou futuro. Senti um abraço forte já não era medo, era uma coisa sua que ficou em mim que não tem fim... Pela beleza do que aconteceu a minutos atrás."
Ney Matogrosso - Poema.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Música/Letra: Ninguém vai te amar assim
Eu posso ser a chuva
Molhando os teus cabelos
Sentir teu coração
Sentir o teu apelo
E se quiser amar
Vou ser teu namorado
E se quiser chover
Faço em papel marche
Um céu enluarado
Invento um mundo só pra gente
Tudo diferente, nosso paraíso
Vento que ventou saudade
Traz felicidade
Meu primeiro amor
Ninguém te amou assim
Do jeito que eu te amo
Cuida do que é teu
No fundo eu sei que eu
Sou parte dos teus planos
Ninguém te amou assim
Do jeito que eu te amo
Não deixa eu te deixar
Não dá pra separar
O azul do oceano.
Escrito por Norton Rocha
Porto Alegre, 7 de Novembro de 2008.