O que acontece aqui é estranho, tomo distância querendo mais aproximação.
Acordo, e não há um dia que não me lembre de seu nome, e em seguida tudo o que houve.
Sou tão feliz, mesmo com tantas coisas que me deixam decepcionada. Porém sei que felicidade completa vai ser ao ti encontrar mesmo que por alguns minutos.
Não é difícil encontrar alguém pra viver mas alguém pra morrer, junto.
É fácil dobrar a rua e me sentir desejada, mas admirada e cultuada jamais. O esforço de conhecer mais a fundo é pequeno diante da comodidade de tantas outras que preferem se entregar facilmente.
Os olhos que me seguem, não são olhos bons e desejáveis a uma mulher, mas a uma prostituta. Me apago a cada momento que me deparo com isso, estou perdendo as cores, vivas um dia como as de um pássaro.
Cada beleza que observo não são as feitas pelo homem, mas pela natureza. E me prendo a cada detalhe, até mesmo o abrir e fechar das asas de uma borboleta, o enrolado de um gatinho em seu sono por entre as patas ou a harmonia de cada instrumento em uma música, formando cada qual uma pequena melodia que faz uma sinfonia. Os detalhes me lembram você, por cada detalhe que passei horas olhando em sua imagem.
Pensar que ouvir uma palavra sua em poucos minutos eram longas horas de felicidade para mim, imaginando o que seria então palavras com grande afeto, que sentimento eu teria?
As vezes sento ao lado de fora de casa e fico olhando o Sol se por, e quando volto da escola antes de entrar, deito na grama, até mesmo quando molhada e fico a olhar o céu. Parece pra mim, esse ser o momento em que ti encontro e ti abraço.
Se canto ou danço, imagino a minha plateia só com você.
Se me solto e caio na água, mergulho pra entrar em seus pensamentos quiçá o coração.
É uma tempestade que se forma dentro de mim ao mesmo tempo que uma calmaria acontece, sem hora pra terminar. É uma ventania que me arrasta os pensamentos e idéias deixando uma bagunça e confusão.
Vento que ventou, chuva que molhou, Sol que secou. Tragam de volta o tempo que no infinito do espaço viajou e não me levou.
Segue no céu claro e cheio de cores quentes, o pássaro batendo as asas que parecem arrastar a noite estrelada, deixe me fazer parte desse voo. Aqui dentro é só solidão preciso de uma nova missão.
Se digo adeus não é pra ir mas pra insistir, e se faço trovões é porque quero nuvens brancas a pairar em contraste com o céu e o Sol mais belos que já houvera antes.
Me dê sua mão e ti mostro coragem ao invés de medo, ti mostro que não mudo pra pior e nem sei morrer.
Aqui dentro de mim é noite sombria com lua cheia, arco - íris depois de chuva forte, deserto escaldante, mar imenso, cachoeira de grande abismo, gelo e chuva de neve, lago límpido e claro como os teus olhos.
Dócil e calma, não sei ser grosseria e nem guardar rancor. Se tens a mim, faz o que bem queres, terás sempre um belo sorriso e braços abertos, postos e dispostos a qualquer momento, mesmo sendo para receber apunhaladas, ingratidão ou traição, eu ainda dou o direito de escolha, desde que seja sincero e verdadeiro.
Meu andar é minha mente sobre meu corpo, se estou parada é meu corpo sobre minha mente e se durmo é pra tentar encontrar as razões que me fazem estar aqui. Quando não as quero encontrar simplesmente faço como agora, as descrevo.
Gosto de capturar assuntos no ar, se é a mim que se referem, gosto de jogar até chegar em sarcasmos e ironias, dar surras sem mover um dedo. Sentar e sentir que estou dentro de um vidro e que faço questão de estar dentro dele.
Se erro qualquer coisa, é por euforia ou muito o que falar que as palavras saem embaraçadas e as mãos ansiosas para escrever, deslizam . Sou perfeccionista demais, cada detalhe conta, se não tudo se torna lixo. Todos que estão comigo, ao meu lado tem que ser ou dar o melhor de si mesmos, afinal o mundo exige isso de todos. Mas o meu perfeccionismo me atrapalha nas minhas amizades, seleciono, escolho, descarto e e acabo ferindo. Prefiro me fechar no meu mundinho e na "redoma de vidro" como meu próprio pai cita em suas horas de fúria.
O que eu sou? Uma garota que escolheu seu caminho depois de muitos desafios, decisões e sacrifícios. Só quero um pessoa agora, o que eu digo a ela é sentimento que jamais disse a alguém, mesmo que este tenha sido uma das duas paixões da minha vida. Só essa pessoa ouviu e ainda ouve, eu sei que de fato nunca irá compreender. Tudo bem... A vida também é incompreensível e ainda sim vivemos com ela mesmo sem compreendê - la.
O que eu sinto agora é vontade de chorar como criança, cair no chão e lá ficar por horas sem saber se um dia vou ti ter e levantar com vontade de cair novamente. Cair... Quantas vezes eu já não cai e levantei? Dava gargalhadas até chorar, grudava nos outros e cantava, atormentava e era feliz fazendo os outros rir de mim. No que me transformei? Estou mais séria do que nunca, "se os outros ti conhecesse como você realmente é, ti amariam profundamente" dizia minha irmã, e agora? Eu não perdi nada, mas existe só uma pessoa que me faz libertar dessa "redoma de vidro", e eu sei, vou ficar presa aqui por muito tempo, pode ser pra sempre ou até o dia em que ele perca o medo.
Acordo, e não há um dia que não me lembre de seu nome, e em seguida tudo o que houve.
Sou tão feliz, mesmo com tantas coisas que me deixam decepcionada. Porém sei que felicidade completa vai ser ao ti encontrar mesmo que por alguns minutos.
Não é difícil encontrar alguém pra viver mas alguém pra morrer, junto.
É fácil dobrar a rua e me sentir desejada, mas admirada e cultuada jamais. O esforço de conhecer mais a fundo é pequeno diante da comodidade de tantas outras que preferem se entregar facilmente.
Os olhos que me seguem, não são olhos bons e desejáveis a uma mulher, mas a uma prostituta. Me apago a cada momento que me deparo com isso, estou perdendo as cores, vivas um dia como as de um pássaro.
Cada beleza que observo não são as feitas pelo homem, mas pela natureza. E me prendo a cada detalhe, até mesmo o abrir e fechar das asas de uma borboleta, o enrolado de um gatinho em seu sono por entre as patas ou a harmonia de cada instrumento em uma música, formando cada qual uma pequena melodia que faz uma sinfonia. Os detalhes me lembram você, por cada detalhe que passei horas olhando em sua imagem.
Pensar que ouvir uma palavra sua em poucos minutos eram longas horas de felicidade para mim, imaginando o que seria então palavras com grande afeto, que sentimento eu teria?
As vezes sento ao lado de fora de casa e fico olhando o Sol se por, e quando volto da escola antes de entrar, deito na grama, até mesmo quando molhada e fico a olhar o céu. Parece pra mim, esse ser o momento em que ti encontro e ti abraço.
Se canto ou danço, imagino a minha plateia só com você.
Se me solto e caio na água, mergulho pra entrar em seus pensamentos quiçá o coração.
É uma tempestade que se forma dentro de mim ao mesmo tempo que uma calmaria acontece, sem hora pra terminar. É uma ventania que me arrasta os pensamentos e idéias deixando uma bagunça e confusão.
Vento que ventou, chuva que molhou, Sol que secou. Tragam de volta o tempo que no infinito do espaço viajou e não me levou.
Segue no céu claro e cheio de cores quentes, o pássaro batendo as asas que parecem arrastar a noite estrelada, deixe me fazer parte desse voo. Aqui dentro é só solidão preciso de uma nova missão.
Se digo adeus não é pra ir mas pra insistir, e se faço trovões é porque quero nuvens brancas a pairar em contraste com o céu e o Sol mais belos que já houvera antes.
Me dê sua mão e ti mostro coragem ao invés de medo, ti mostro que não mudo pra pior e nem sei morrer.
Aqui dentro de mim é noite sombria com lua cheia, arco - íris depois de chuva forte, deserto escaldante, mar imenso, cachoeira de grande abismo, gelo e chuva de neve, lago límpido e claro como os teus olhos.
Dócil e calma, não sei ser grosseria e nem guardar rancor. Se tens a mim, faz o que bem queres, terás sempre um belo sorriso e braços abertos, postos e dispostos a qualquer momento, mesmo sendo para receber apunhaladas, ingratidão ou traição, eu ainda dou o direito de escolha, desde que seja sincero e verdadeiro.
Meu andar é minha mente sobre meu corpo, se estou parada é meu corpo sobre minha mente e se durmo é pra tentar encontrar as razões que me fazem estar aqui. Quando não as quero encontrar simplesmente faço como agora, as descrevo.
Gosto de capturar assuntos no ar, se é a mim que se referem, gosto de jogar até chegar em sarcasmos e ironias, dar surras sem mover um dedo. Sentar e sentir que estou dentro de um vidro e que faço questão de estar dentro dele.
Se erro qualquer coisa, é por euforia ou muito o que falar que as palavras saem embaraçadas e as mãos ansiosas para escrever, deslizam . Sou perfeccionista demais, cada detalhe conta, se não tudo se torna lixo. Todos que estão comigo, ao meu lado tem que ser ou dar o melhor de si mesmos, afinal o mundo exige isso de todos. Mas o meu perfeccionismo me atrapalha nas minhas amizades, seleciono, escolho, descarto e e acabo ferindo. Prefiro me fechar no meu mundinho e na "redoma de vidro" como meu próprio pai cita em suas horas de fúria.
O que eu sou? Uma garota que escolheu seu caminho depois de muitos desafios, decisões e sacrifícios. Só quero um pessoa agora, o que eu digo a ela é sentimento que jamais disse a alguém, mesmo que este tenha sido uma das duas paixões da minha vida. Só essa pessoa ouviu e ainda ouve, eu sei que de fato nunca irá compreender. Tudo bem... A vida também é incompreensível e ainda sim vivemos com ela mesmo sem compreendê - la.
O que eu sinto agora é vontade de chorar como criança, cair no chão e lá ficar por horas sem saber se um dia vou ti ter e levantar com vontade de cair novamente. Cair... Quantas vezes eu já não cai e levantei? Dava gargalhadas até chorar, grudava nos outros e cantava, atormentava e era feliz fazendo os outros rir de mim. No que me transformei? Estou mais séria do que nunca, "se os outros ti conhecesse como você realmente é, ti amariam profundamente" dizia minha irmã, e agora? Eu não perdi nada, mas existe só uma pessoa que me faz libertar dessa "redoma de vidro", e eu sei, vou ficar presa aqui por muito tempo, pode ser pra sempre ou até o dia em que ele perca o medo.
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